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Tenha a música como sua companhia e nunca se sinta só




Olá gente querida! Quanto tempo que eu não falo de acolhimento... Deve ter sido a pandemia que me afetou psicologicamente como também a tantos outros. Saiba que você não está sozinho nessa jornada. Acompanhe-me a partir de agora que aprenderemos juntos como contornar essas situações que nos afligem.

Primeiramente saiba que o importante não é ter milhares de amigos nas redes sociais. O importante é o valor que tudo ao seu redor tem para você, porque você pode estar rodeado por muitas pessoas e, ainda assim, continuar se sentindo sozinho (a). Trata-se da solidão acompanhada.

Você já sentiu alguma vez que, mesmo estando bem agasalhado, continuava sentindo frio? Você já pensou que, mesmo com pessoas ao seu lado, continua se sentindo sozinho? Você já sentiu que está sozinho e que ninguém pode ajudá-lo? Não conseguiremos preencher esse vazio interior buscando algo fora de nós. Esse vazio é interno, uma questão que precisamos resolver com nós mesmos.

A solidão é uma oportunidade para nos reencontrarmos com nós mesmos; a solidão nos dá permissão para o diálogo interno, para sabermos como e onde estamos, nos conhecermos melhor e saber o que queremos. Quando estamos sozinhos, estamos conosco.

“Você nunca estará só se gostar da pessoa com quem fica quando está sozinho”.
- Wayne Dyer -

Não me sentirei sozinho (a) se eu for a minha melhor companhia. Não me sentirei sozinho se depois de estar em paz comigo mesmo, procurar as outras pessoas. Quando há muito barulho dentro, como poderemos ouvir a música de fora?



Entender a solidão e buscar valor de tudo que nos rodeia

Pode ser um erro procurar quantidade, a chave está na qualidade. Eu não preciso de muitos amigos que não me apoiam, que permaneçam muito tempo comigo e não me façam sentir que o “tempo passa voando”. O valor que eu dou a tudo o que me rodeia é o que me faz dar sentido a sua companhia.

Continuarei experimentando uma solidão se a minha companhia e a dos outros não me deixarem feliz, continuarei a pensar que ninguém me entende, independentemente do número de vezes que eu repetir a mesma história, continuarei pensando que não querem estar comigo se eu mesmo me valorizo muito pouco. Eu preciso valorizar e sentir gratidão por compartilhar os meus pensamentos, o meu tempo e a minha vida com alguém, mas antes preciso compartilhar comigo mesmo.

Sinta o prazer de estar com você, não só, mas com você mesmo. Você é o único que sempre estará ao seu lado. Agradeça os momentos de solidão que permitem que você se conecte consigo mesmo, conheça-se melhor e entenda que a paz interior é a melhor aliada para realizar qualquer projeto que você pretenda desenvolver fora de si mesmo.
“Um dia a solidão me abraçou de tal forma que eu me apaixonei por ela, chorei como uma criança e lhe contei mil histórias. Conversamos durante longas horas como dois grandes amigos, depois nos despedimos e cada um seguiu o seu caminho. No entanto, nos vemos de vez em quando e fico feliz com a sua visita. Ela continua sendo a mesma: sempre sábia, sempre honesta, sempre pronta “.
- Kelbin Torres -

Dê um sentido para a solidão

O vazio interior será o seu pior inimigo, será uma voz que grita continuamente e pede uma solução enquanto você tenta silenciá-la com um ruído de fundo. Na realidade, o que você precisa é se desconectar do exterior e se conectar com seu “eu” interior.


Tenha um bom relacionamento com você mesmo: saiba ouvir o seu coração, cuide-se e agradeça de vez em quando pelo prazer de estar sozinho e tranquilo. Você não se sentirá sozinho se for uma boa companhia, não terá aquela sensação de ausência indeterminada se estiver completo por dentro; o de fora virá para somar, mas não para suprir as carências internas não resolvidas.

A música pode ser a sua melhor companhia

Ame-se como nunca se amou antes, sinta-se tão bem consigo mesmo que desejará estar sozinho pelo menos por um momento. Ouça-se como ninguém o fará, seja o melhor amigo que você gostaria de ter. Com esse vazio interior preenchido, aproveite tudo que a vida pode lhe proporcionar, com as pessoas que realmente valem a pena. Ouça música, pode ser triste, alegre, como preferir.

Saiba que nesta pandemia a música me ensinou muito. Algumas delas me tocou profundamente com sua letras verdadeiras e simples, ao passo que outras ,apenas a melodia já me trouxe uma sensação de preenchimento interior e felicidade espontânea! Eu sei que você também tem a música como grande companheira, mas se ainda não a tem, é hora de conhecê-la melhor!!

A canção ALONE da Banda Heart

Heart é uma banda de rock norte-americana formada em 1970. Tendo tido diversas mudanças na sua formação, os únicos membros constantes do grupo são as irmãs Ann e Nancy Wilson. O conjunto ficou famoso nos anos 70 com a sua música fortemente influenciada por grupos de hard rock, como Led Zeppelin, assim como com o estilo de música folk e pop.

A banda vendeu cerca de 35 milhões de discos no mundo inteiro (cerca de 22 milhões de cópias só nos EUA) e emplacou 9 singles no Top 10. Algumas das músicas de maior sucesso foram a balada "Alone, "What About Love", "Crazy on You" e "These Dreams".


As irmãs Ann e Nancy Wilson do Heart


Alone é uma canção lançada em 1987 no álbum “Bad Animals” e foi composta por Billy Steinberg e Tom Kelly, os mesmos compositores responsáveis por grandes hits como “So Emotional” – Whitney Houston, “Like A Virgin” – Madonna, “Eternal Flame” – The Bangles, “True Colors” – Cyndi Lauper e "I'll Stand By You", uma parceria da dupla com Chrissie Hynde, líder da banda The Pretenders.

" Sozinho " é uma canção composta por Billy Stein-Berg e Tom Kelly "Sozinha" é uma balada romântica que conquistou o coração de muitos e jamais saiu da cabeça! A música começa com uma linha de piano e um suave vocal de Ann Wil, chegando a um intenso refrão de hard rock. É incrível a sequência desse refrão!

Tomara que apreciem a nova edição! Ah, e lembre-se que na letra da canção o protagonista diz estar sozinha, mas com a companhia da música você jamais estará!! Até a próxima!!

O silêncio é indispensável para regenerar o cérebro





O silêncio tem sido fonte de muitas reflexões ao longo de todas as épocas. Ao mesmo tempo, saturamos os locais onde vivemos com tantos barulhos que é cada vez mais difícil encontrá-lo. Isto faz com que cada vez mais pessoas que passam pela experiência de não ouvir barulhos caiam em um abismo dentro delas mesmas.

Temos um barulho que atualmente está hiperestimulado. O mais grave é que quase todos esses estímulos auditivos que recebemos do exterior são mais ou menos alarmantes. Barulhos de carros, burburinho, músicas estridentes, apitos, sinais… enfim… nada que inspire tranquilidade.
“A areia do deserto é para o viajante cansado a mesma coisa que a conversa incessante para o amante do silêncio”.
- Provérbio persa -
Além disso incidir no nosso estado emocional, a ciência também comprovou que afeta o cérebro. Segundo uma pesquisa realizada na Alemanha pelo Research Center for Regenerative Therapies de Dresden, existem processos cerebrais que só podem ser realizados em silêncio.

Até pouco tempo atrás, pensava-se que os neurônios eram incapazes de se regenerar. Contudo, com o desenvolvimento da neurogênese ficou comprovado que isto é um erro. Ainda não está muito claro o que exatamente promove a regeneração neurológica e cerebral, mas já existem pistas valiosas a respeito, e uma delas é o silêncio.

Experimentando o silêncio

Os pesquisadores alemães fizeram, a princípio, uma experiência com um grupo de ratos. A pesquisa consistia em deixá-los em completo silêncio durante duas horas por dia. Ao mesmo tempo se faria uma observação dos seus cérebros para ver se isto criava alguma mudança.

O resultado foi contundente. Após um tempo sendo submetidos a esta rotina, observou-se que em todos os ratos estudados houve um crescimento do número de células dentro do hipocampo. Esta é a região do cérebro que regula as emoções, a memória e o aprendizado.

Os especialistas também constataram que as novas células nervosas se incorporavam progressivamente ao sistema nervoso central, e que logo se especializavam em diferentes funções. Conclusão, o silêncio provocou uma mudança muito positiva no cérebro dos animais.

O silêncio ajuda a estruturar a informação

O cérebro nunca descansa, inclusive quando em estado de calma, ou quando estamos completamente quietos ou dormindo. Este maravilhoso órgão continua funcionando, mas de uma forma diferente. Quando o corpo descansa, começam a se desenvolver outros processos que completam os que são realizados quando estamos ativos.

Basicamente o que acontece é que se produz uma espécie de depuração. O cérebro avalia a informação e as experiências às quais foi exposto durante o dia. Logo, organiza e incorpora a informação relevante e descarta o que não é importante.

Este processo é completamente inconsciente, mas provoca efeitos conscientes. Por isso às vezes encontramos respostas durante o sono, ou conseguimos ver as coisas a partir de um novo ponto de vista depois de termos descansado algumas horas.

O interessante de tudo isso é que um processo semelhante também acontece quando estamos em silêncio. A ausência de estímulos auditivos tem quase o mesmo efeito que o descanso. O silêncio, em geral, nos leva a pensar em nós mesmos, e isto depura as emoções e reafirma a identidade.

Os importantes efeitos sobre o estresse

O silêncio não apenas nos torna mais inteligentes, criativos e seguros, mas também tem efeitos muito positivos sobre os estados de angústia. Os seres humanos são muito sensíveis ao ruído, tanto que muitas vezes acordamos sobressaltados por um objeto que caiu ou por um som estranho.

Uma pesquisa realizada na Universidade de Cornell descobriu que as crianças que vivem perto de aeroportos têm um elevado nível de estresse. E não é só isso; elas também têm uma pressão arterial mais elevada e apresentam altos índices de cortisol, o hormônio do estresse.

Por sorte, também acontece o contrário. Isso foi evidenciado por uma pesquisa da Universidade de Pavia, onde se verificou que apenas dois minutos de silêncio absoluto são mais enriquecedores do que ouvir música relaxante. De fato, evidenciou-se que a pressão sanguínea diminuía e que as pessoas conseguiam se sentir mais alertas e tranquilas depois deste pequeno banho de silêncio.

Como se vê, o silêncio provoca grandes benefícios, tanto intelectuais quanto emocionais. Poderíamos afirmar que manter-se em silêncio, ao menos por pequenos lapsos ao dia, é um fator determinante para a saúde cerebral. E com isso, um elemento decisivo para melhorar o nosso estado emocional, saúde e qualidade de vida.